Mirian Blanco Muniz

A história de Mirian como mediadora judicial começou no final dos anos 80 e início dos 90, quando foi nomeada por juízes de Varas de Família para realizar perícias psicológicas – principalmente em ações de regulamentação de visitas e mudanças de guarda, em casos de separação de casais. Foi quando entrou em contato com todo o sofrimento decorrente dos litígios familiares. Naquela época, apesar da mediação já ser uma prática em países como os EUA, Argentina e em alguns países da Europa, ainda era incipiente no Brasil. Mirian, no entanto, já pensava em desenvolver algum tipo de trabalho que pudesse evitar que os casais entrassem com ações judiciais, oferecendo assistência com a intenção de prevenir, sempre que possível, litígios. Uma outra verdade na mediação compartilha as reflexões que dizem respeito aos conflitos humanos que vão para o Judiciário, assim como discute a importância de oferecer às pessoas meios alternativos de resolução de conflitos.
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“A história retratada neste livro não é fruto de um caso real, mas pautada em minhas vivências como mediadora e, portanto, produto de minhas percepções de várias histórias. Com ela, procuro favorecer a reflexão do quão importante é considerar as subjetividades ocultas em muitas das ações judiciais e que pulsam fortemente pedindo contemplação”, diz Mirian.